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11 de fevereiro de 2016

Em Coari: Área de Lazer para famílias será inaugurada


Os moradores do Campo do Oriente, núcleo de famílias localizado no Bairro de Santa Helena, na cidade de Coari irão receber da Prefeitura uma área de lazer com instalações que vão permitir ao crianças,  jovens e adultos a inclusão social, esportiva e cultural. Trata-se de uma praça com duas lanchonetes,  iluminação em led, guarita de segurança,  área para crianças e uma quadra para futebol de areia com arquibancadas.

Esta ação vai beneficiar cerca de mil famílias que moram no local.  Até o momento as famílias que ali residem não haviam sido beneficiadas por nenhuma ação do poder público municipal. A localidade sempre esteve vulnerável a problemas como falta de urbanização, violência e tráfico de drogas. Com a ação a prefeitura municipal de Coari pretende resolver muitos destes problemas. A inauguração acontece às 18h, deste sábado,  dia 13.

Veja mais imagens do local.




TERCEIRA MORTE POR ZIKA, CONFIRMADA NO BRASIL

Realmente é preocupante a situação com que o vírus Zika esteja se propagando com tanta força e que seus males se manifestem de várias maneiras. Dentre eles, o pior é a morte.



O Ministério da Saúde confirmou a terceira morte provocada pelo zika em adultos no Brasil. A paciente, uma jovem de 20 anos do município de Serrinha, foi internada em 11 de abril do ano passado no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, no Rio Grande do Norte, com queixas respiratórias. Morreu 12 dias depois.

Na época, médicos suspeitaram que a morte poderia estar relacionada à dengue grave, mas exames deram inconclusivos. Diante do aumento de casos de zika registrados no País ano passado, o Instituto Evandro Chagas decidiu fazer uma nova análise do material, encontrando, desta vez, confirmação para a infecção por zika.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO SITE DA VEJA

9 de fevereiro de 2016

SAI MANDADO DE PRISÃO PARA ENVOLVIDOS EM TENTATIVAS DE HOMICÍDIO POR CAUSA DO TRÁFICO, EM COARI

Os cidadãos de Coari acompanharam estarrecidos vários homicídios e tentativas de homicídios, que aconteceram em uma sucessão de ocorrências que mais lembrava uma disputa da máfia italiana do que casos de violência em uma pequena cidade do interior do Amazonas. Havia o senso comum do que os homicídios eram resultantes da disputa pelo tráfico na cidade e zona rural. Se dizia entre os coarienses: "Os traficantes estão se matando!".

Aqui no Blog em Destaque alertamos para a necessidade de um trabalho de inteligência a ser feito pela polícia com o objetivo de estancar a violência, prender os culpados e até salvar vidas. De fato, agora, após alguns meses dos fatos que estarreceram os coarienses a polícia de Coari consegue chegar a alguns nomes envolvidos na onda de violência que tinha como principal elemento a disputa pelo domínio do tráfico de drogas e o judiciário, após comprovações, deferiu mandados de prisão para três elementos envolvidos nos homicídios e tentativas de homicídio.

O Jornal A Critica que divulgou a relação dos procurados pela polícia informou:

De acordo com o delegado de Coari, Mauro Duarte, um dos procurados é Jony Jogir Nunes Villa Corta, 41, suspeito de ter mandado matar o traficante e “pirata de rio” Gerlan de Souza Ferreira, 38, no mês passado.
No dia do crime, além de Gerlan, que cumpre pena em regime domiciliar, a filha e a neta dele, de 7 e 3 anos respectivamente, também foram baleadas.
Os outros dois suspeitos foram identificados como Josemar Hyldo Marinho Pereira, o “Capixaba”, 24, que foi quem atirou contra o traficante, e Matheus Melo da Cruz, o “Ovo”, 20,  que pilotava a mota usada no crime. A motivação da tentativa de homicídio é a disputa pelo tráfico de drogas.


Os cidadãos coarienses sabem que é impossível zerar casos de homicídio, apesar de desejarem muito isso, mas pelo menos por causa da disputa do tráfico, que esse mal seja anulado em nossa cidade, pela ação firme da polícia e da justiça.

UM TIPO DE NOTÍCIA QUE NOS FAZ PENSAR

Mais de 58 mil crianças podem morrer de fome na Somália

Também, uma reflexão sobre o quadro de desnutrição em nosso município.

Li essa notícia no Site do Portal Terra. Uma notícia preocupante, e que faz lembrar que o mundo pós moderno ainda sofre com problemas medievais, como é o caso da fome. Ler que mais de 58 mil crianças podem morrer de fome em um único país é triste e faz lembrar um cenário apocalíptico bíblico, no entanto, mais que ser previsto nas páginas históricas do livro sagrado, a realidade é atual e preocupante. Mais que números, são vidas que perecem por falta do básico: a alimentação humana.

Veja abaixo algumas citações da matéria sobre o assunto:
O nível de desnutrição, principalmente das crianças, é muito preocupante, aproximadamente 350 mil menores de cinco anos sofrem de desnutrição aguda”, declarou o coordenador da ajuda humanitária da ONU na Somália, Peter de Clercq, em nota.

A situação faz lembrar que há quatro anos, quando a combinação de uma seca de grande amplitude com a guerra civil provocou a morte devido à fome de mais de 250 mil pessoas.
Atualmente, cerca de 950 mil pessoas “lutam diariamente para se alimentarem” e 4,7 milhões de somalis, perto de 40% da população, necessitam de ajuda humanitária, segundo os dados recolhidos pela Unidade de Análise da Segurança Alimentar e da Nutrição da ONU e a Rede de Alerta Precoce da Fome.
Esse problema, por mais que seja do outro lado do mundo, deve chamar a atenção para a nossa realidade. Cabe perguntar neste momento: quantas crianças em Coari passam fome? Qual é o quadro de desnutrição das crianças coarienses? Há alguma pesquisa que aponte para esta informação? Se há o que tem sido feito para combater a baixa nutrição? Se não há cabe a quem fazer este levantamento?

Não é bom relegar este assunto a um segundo plano. Mesmo que nós estejamos morando em um estado privilegiado pela abundância de peixes, água doce e uma floresta monumental e uma terra em que se plantando podemos colher hortaliças e frutos diversos, há ainda em nosso meio crianças que também passam fome. Quais os fatores que podem estar causando a fome em nosso município e quais as alternativas que o poder público e a sociedade civil organizada pode oferecer para ajudar a combater este problema?